

Está para ser votado na Câmara dos Deputados um projeto substitutivo sobre crimes na internet, aprovado e defendido pelo Senador Azeredo, cujo objetivo é criminalizar práticas cotidianas na internet, tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso numa espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade dos internautas e, se aprovado, elevará ainda mais o custo da comunicação no Brasil.
No dia 14 de maio, às 19:30h, haverá um ato público em defesa da
LIBERDADE NA INTERNET
CONTRA O VIGILANTISMO NA COMUNICAÇÃO EM REDE
CONTRA O PROJETO DE LEI SUBSTITUTIVO DO SENADOR AZEREDO
O ato será na Assembléia Legislativa de São Paulo, transmitido em streaming para todo o país pela web.
PLENÁRIO FRANCO MONTORO
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO
AV. PEDRO ÁLVARES CABRAL, S/N - IBIRAPUERA
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FONTE: TREZENTOS
LEIA: MANIFESTO POR UMA CIDADANIA DIGITAL
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13 de abril é o dia internacionalmente consagrado ao beijo, não me perguntem por quê. Comecei este post justamente nessa data mas, como escrevo muito morosamente, pra evitar falar besteiras demais, acabei adentrando a madrugada do dia 14. Não faz mal. O que eu queria, mesmo, aproveitando a celebração desse gesto, era contar o desastre que foi o meu primeiro beijo, se é que se pode chamar assim aquela panacéia...
Eu tinha uns quinze anos quando conhecí um rapaz que passou a ser o meu par constante nas festinhas, matinées, "assustados" e outros festejos que ocorriam lá na minha cidade, nos quais eu sempre dava um jeito de estar presente, já que lá em casa a ordem era essa: "Só pode dançar quem não namorar". Como dançar pra mim era vital, eu nem pensava em arranjar namorado. O preço era alto demais a pagar! Até porque, a minha irmã mais namoradeira vivia chorando pelos cantos da casa, eterna vítima de amores não correspondidos e aquilo não era atrativo algum pra mim... Onde já se viu a pessoa gostar de sofrer? E, ainda por cima, trocar a delícia dos salões de dança por uma autocomiseração daquelas? Eu, hein?!
Pois bem. Estava eu em pleno gozo da minha liberdade quando, ao voltar da festa de São João do meu colégio, onde tinha participado da quadrilha junina, aquele garoto se ofereceu pra me acompanhar até em casa e, por mais que eu dissesse que não era necessário, já que a minha turma toda estaria indo pro mesmo destino, ele insistiu e eu acabei aceitando a cortesia. Ocorre que o meu vestido de matuta era de manguinhas "coco", debruadas com lacinhos e um dos laços teimava em se desfazer a toda hora, me obrigando a pedir pra alguém ajustá-lo cada vez que ele se desmanchava. Foi justamente o que aconteceu enquanto eu caminhava junto ao espertinho que, ao ser solicitado para me ajudar a amarrar o tal laço, achou que isso era uma "deixa" pra que ele me beijasse. Coitado! Acho que se arrepende do intento até hoje, porque eu, sem qualquer titubeio e sem a menor delicadeza, apanhei uma pedra no chão, taquei na cabeça do desavisado "Don Juan" e saí correndo, em disparada, chorando que nem uma louca. Difícil foi explicar pro resto da turma o que tinha acontecido. Difícil, não! Impossível, porque eu jamais lhes dei qualquer justificativa.
Anos depois, já adulta, encontrei aquele garoto, agora homem feito, e nós demos muitas risadas relembrando aquele fiasco que foi o ensaio do que poderia ter sido o MEU PRIMEIRO BEIJO. Pena que nunca pudemos levar a cabo aquela tentativa, pois ele já estava casado e eu apaixonada pelo meu então namorado... E beijando muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito!
UM GRANDE BEIJO PRA VOCÊS... SMACK! SHUIPT!
Imagem: pingodemel.blogs.sapo.pt